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Mostrando postagens de Junho, 2018

A ocupação LGBTQ+

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Nada me representa melhor do que aquele meme "agora a Pabllo foi longe demais". Os conservadores enlouquecendo porque a comunidade LGBTQ+ está saindo do anonimato e a comunidade rindo da cara dos conservadores. Essa é a única maneira que eu consigo lidar com o preconceito, com bom humor. Mas mesmo assim, meus olhos não estão fechados. De acordo com o Grupo Gay da Bahia (GGB), só em 2017  foram registrados 445 homicídios de LGBTs. A cada 19 horas um LGBT é assassinado ou se suicida vítima da “LGBTfobia”, o que faz do Brasil o campeão mundial desse tipo de crime. E por isso é que representatividade é importante.
Nunca tivemos tanta representatividade na mídia, principalmente na música: Pabllo Vittar, Aretuza Lovi, Gloria Groove, Linn da Quebrada, Mulher Pepita, Candy Mel, Davi Sabbag e Mateus Carrilho. E essa família não para de crescer. Deem as boas vindas a Tchelo Gomez, Murillo Zyess, Lucas Boombeat, Harlley e Guigo com Quebrada Queer:

O grupo vem rompendo barreiras no RAP. E…

Crossfit cerebral

Já é hora de voltar a escrever. Nada como quatro meses desempregado para acender a chama das blogueirinhas, certo? Também acho.  A partir de amanhã vou retomar a escrita aqui. Diariamente um novo texto. As vezes interpretativo, as vezes uma simples notícia e a maioria das vezes um lamento permanente contra todos os crossfiteiros das mídias sociais. Já perdi a conta de quantos amigos parei de seguir nas redes porque só falavam do crossfit. Espero que esta moda passe logo, assim como no início do Instagram as pessoas só postavam fotos das refeições. Parece que foi a tanto tempo. E mesmo assim estou reclamando.  Chorumelas a parte, este vai ser o meu crossfit mental para exercitar a escrita. Esta é a minha contribuição para a coleção de inutilidades da internÊ.